Segundo o delegado Thiago Vicentini de Oliveira, havia denúncias de exploração de mão de obra. Um dos indícios é os paraibanos dormindo em redes a céu aberto ou em locais apertados com diversas camas enfileiradas. Há também suspeita de trabalho escravo, mas essa informação será averiguada pelo Ministério do Trabalho. A investigação aponta que o esquema de pirataria e suposta exploração tem um líder, mas não ficou esclarecido quem estaria no comando.
O ambulante Augusto Pereira Gama Júnior, 29 anos, mora há oito anos em Caxias e nega que estaria vivendo em más condições.
— Estamos aqui só para trabalhar. A vida é boa aqui.
Françoa Francisco de Lima, 39, está há quatro meses em Caxias e nega envolvimento com a pirataria. Ele mora no térreo da casa no bairro Kayser onde os policiais apreenderam parte do material no andar superior.
— Eu não tenho relação com a venda de CDs. Só estou em Caxias para vender rede e pretendia seguir para Arroio do Sal — esclarece Lima.
O material apreendido foi colocado em viaturas e na camionete da polícia. Os paraibanos foram encaminhados à DP em ônibus. Além dos produtos piratas, policiais apreenderam uma pequena quantidade de drogas com um homem.
— Esses homens estão aqui não como presos, mas para prestar esclarecimentos. Se identificarmos o responsável pelo esquema, ele poderá ser indiciado — ressalta o delegado Thiago.
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