Os Municípios são a parte da República Federativa do Brasil onde os fatos sociais são mais sentidos. São também os que recebem menor receita de tudo o que é arrecadado a título de tributos e contribuições sociais.
No Rio Grande do Norte, são poucos os Municípios que têm uma economia forte e que têm receitas próprias mais vultosas. No geral, esses Entes Federativos sobrevivem praticamente daquilo que recebem de Fundo de Participação dos Municípios - FPM e de repasses voluntários do Governo Federal (União) e do respectivo Estado, repasses estes que chegam na forma de convênios.
A crise econômica que recentemente deixou os Estados Unidos da América em recessão por vários anos seguidos e que trouxe seríssimas dificuldades a uma parte considerável da Europa, como Portugal, Espanha e Grécia, por exemplo, demorou mas chegou ao Brasil.
Diante das dificuldades impostas pela crise, os Municípios, principalmente os que estão no sertão semiárido do Nordeste, que sofre com a estiagem prolongada de mais de três anos, não vêm conseguindo cumprir seus compromissos financeiros.
A saída urgente e necessária, debatida e encontrada pelos prefeitos, é a contenção de despesas, com cortes em setores menos relevantes e até em serviços mais essenciais.
A boa notícia, vinda lá de fora mas que pode respingar positivamente por esse torrão da América mais adiante, é que a Espanha parece estar saindo do buraco de crise em que havia se metido.
Via Blog O Messiense
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