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terça-feira, 27 de agosto de 2013

Giro pelos Blogs...

Do Blog Comunicador Efectivo

'São naturais', diz governadora do RN sobre mudanças em secretarias

Rosalba Ciarlini: "Sei que a gente tem muito a melhorar" (Foto: Ricardo Araújo/G1) 
Rosalba Ciarlini esteve reunida com secretários
(Foto: Ricardo Araújo/G1)


"São mudanças naturais que existem", se limitou a dizer a governadora Rosalba Ciarlini após as exonerações de dois secretários do Executivo Estadual na noite desta segunda-feira (26).Os titulares das pastas do Trabalho, da Habitação e Assistência Social, Luiz Eduardo Carneiro, e da Comunicação Social, Edílson Braga, confirmaram suas exonerações. A governadora preferiu não detalhar os motivos para a saída dos dois.

Quem também deixa o governo é a secretária-adjunta de Comunicação, Valéria Costa. A reunião com a governadora teve ainda a presença do diretor da Companhia Potiguar de Gás (Potigás), Fernando Dinoá, e o presidente da Fundação Estadual da Criança e do Adolescente (Fundac), Getúlio Batista, porém os dois saíram do prédio pela porta dos fundos e evitaram falar com a imprensa. Nada foi confirmado sobre as situações de Dinoá e Batista.

Na saída da Governadoria, o secretário do Trabalho alegou "insegurança" na pasta como motivo para pedir a exoneração. Indicado ao cargo pelo ministro da Previdência, Garibaldi Alves Filho, Luiz Eduardo Carneiro explica que as especulações sobre o futuro da relação do governo do DEM com o PMDB afetaram o dia a dia na pasta.  "Formulei meu pedido e marquei a reunião com a governadora. Conversei muito sobre o que conseguimos e não conseguimos fazer. É um capítulo encerrado. Estava querendo pensar no dia de amanhã", afirmou.

Por telefone, o secretário de Comunicação, Edílson Braga, confirmou ao G1 a exoneração. "O cargo é do governo e ele tem liberdade para decidir", disse. Braga acrescentou que a secretária-adjunta da pasta, Valéria Costa, também deixa o Executivo Estadual. Os substitutos serão os jornalistas Paulo Araújo e Glácia Marillac, que também estiveram na Governadoria.

Fonte: G1 RN


Para psiquiatra que colabora com a polícia, não há dúvidas de que Marcelo Pesseghini matou família

 
Família foi encontrada morta dentro de casa, na Vila BrasilândiaReprodução/Facebook

O psiquiatra forense Guido Palomba, convidado pelo delegado Itagiba Franco para ajudar a traçar um perfil psicológico de Marcelo Eduardo Bovo Pesseghini, 13 anos, diz estar convicto de que o garoto matou a família. O estudante é apontado como suspeito de ter assassinado os pais, a avó e a tia-avó. A chacina aconteceu na Vila Brasilândia, zona norte de São Paulo.

Palomba informa que começará a atuar no caso quando o trabalho da polícia terminar. Ele enfatiza que seu enfoque não é o mesmo do da investigação feita pelo DHPP (Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa). O médico se debruçará sobre todo material acumulado ao longo do inquérito, incluindo os laudos, que ainda não foram concluídos.

— Não vou entrar no mérito se ele [Marcelo] cometeu ou não o crime. Claro que ele cometeu. Se eu não estivesse convicto, não aceitaria trabalhar em cima de alguma coisa hipotética. O que é importante é o que aconteceu na cabeça dele, qual é a explicação psicopatológica disso.

O psiquiatra, que não descarta a possibilidade de conversar com testemunhas — "minhas perguntas serão diferentes das perguntas da polícia" — completa:

— Vou dar uma resposta por que uma pessoa como o Marcelo praticou esse tipo de crime. O que aconteceu? Que tipo de anormalidade aconteceu ali para ter feito o que fez.

Marcelo foi encontrado morto junto com a família no dia 5 deste mês, dentro de casa. Ao lado dele, estavam os corpos da mãe, a cabo da Polícia Militar Andréia Bovo Pesseghini, e do pai, o sargento da Rota (Rondas Ostensivas Tobias de Aguiar) Luiz Marcelo Pesseghini.

Em outro imóvel no mesmo terreno, estavam os corpos da avó do adolescente, Benedita Oliveira Bovo, e da tia-avó, Bernadete Oliveira da Silva, que não morava lá, mas tinha ido dormir com a irmã.  Segundo a polícia, o menino teria matado a família, ido até a escola, assistido à aula e se suicidado.

Quarenta e três testemunhas

Na segunda-feira (26), a polícia ouviu dois oficiais da PM. Eles eram superiores da cabo Andréia. Laerte Arakem Fidélis foi um dos que depuseram. Ele substituiu Fábio Paganotto, como comandante da 1ª companhia do 18º batalhão, onde a policial trabalhava. Paganotto também foi ouvido no DHPP (Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa). Quarenta e três testemunhas já prestaram depoimento.

Também nesta semana, a polícia espera receber os laudos da perícia. A análise do IML (Instituto Médico Legal) trará informações como os horários e a ordem em que as vítimas foram mortas e se haviam sido dopadas. Já o IC (Instituto de Criminalística) vai responder a outras questões, como, por exemplo, se a posição em que o corpo de Marcelo foi encontrado confirma a tese de que ele cometeu suicídio.

O IC também deve entregar o resultado da perícia nos telefones e computadores encontrados na casa, o que pode revelar outros detalhes para explicar como tudo aconteceu.

Fonte: r7.com



Justiça pode decretar ilegalidade da greve da saúde em 72 horas


O Tribunal de Justiça do Estado emitiu despacho na manhã de hoje (26) dando um prazo de 72 horas para que o Sindicato dos Servidores da Saúde Pública do Estado (Sindsaúde) se manifeste sobre a legalidade da greve dos servidores, iniciada no dia 01 de agosto. Após o pronunciamento do Sindicato, a Justiça decidirá sobre a ação da Procuradoria Geral do Estado (PGE) que "requer a imediata suspensão da greve e o retorno ao trabalho de todos os servidores que aderiram ao movimento paredista".

A solicitação da PGE ainda pede que "o sindicato se abstenha de incitar os sindicalizados a agirem de forma contrária aos seus deveres funcionais, conclamando a todos os integrantes da categoria que permaneçam em suas atribuições de serviço, tendo em vista a ilegalidade e abusividade da greve".  Por critério de sorteio, o processo foi distribuído ao desembargador Amaury Moura Sobrinho na ação da Procuradoria Geral do Estado (PGE)

A greve dos servidores da Saúde chega aos 25 dias ainda sem uma solução, apesar da Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap) ter realizado, até o momento, nove reuniões com os representantes dos servidores nos últimos quatro meses. De acordo com o secretário-adjunto da Secretaria de Estado da Saúde Pública, Marcelo Bessa, o Governo tem reiterado respeito ao direito de greve, pois sempre manteve a abertura ao diálogo com os servidores da Saúde.

O Governo encaminhou ao SindSaúde, na última sexta-feira (23/8), ofício em que registra sua disposição para atender de imediato a quatro das cinco reivindicações apresentadas pela direção do Sindicato, e a discutir o quinto ponto por meio de uma Comissão Paritária. "Atender de imediato quatro dos cinco itens de reivindicações é uma demonstração inequívoca de compromisso com o diálogo e o entendimento, é uma ação clara e evidente de que o Governo tem se mostrado disposto a negociar sobre a remuneração dos servidores da Saúde", justificou Marcelo Bessa.

Enquanto a Justiça não decide sobre a legalidade do movimento, o secretário reitera o pedido para que os servidores retornem ao trabalho para não penalizar ainda mais os usuários do SUS, principalmente aqueles que precisam de atendimento de urgência e emergência.

Fonte: De Fato



MP vai apurar superfaturamento em medicamentos comprados pela Secretaria Estadual de Saúde

O promotor Flávio Sérgio de Souza Pontes Filho abriu investigação para apurar a denúncia de superfaturamento na compra de remédios adquiridos pela Secretaria Estadual de Saúde. O caso supostamente teria ocorrido a partir da não cobrança do ICMS.

“Apurar suposto superfaturamento dos preços dos medicamentos adquiridos pelo Estado em razão da cobrança indevida de ICMS”, diz um trecho da portaria 199/2013 publicada hoje no Diário Oficial.

Fonte: Blog Panorama Politico

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