Via Camocim Online
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) anunciou nesta quinta-feira, 8, a aprovação de mais um medicamento considerado inovador para a doença de Alzheimer, transtorno neurodegenerativo que interfere nas funções cognitivas e na autonomia de idosos.
O medicamento deve ser administrado por meio de infusões intravenosas — com duração de cerca de uma hora — uma vez a cada duas semanas.
O lecanemabe não é indicado para todos os pacientes com a doença de Alzheimer, caso daqueles em estágio avançado, e vai demandar exames específicos para determinar quem está apto a fazer o tratamento.
Vale deixar claro que o tratamento com a droga não leva à cura da doença, que permanece sendo uma condição progressiva, mas atua nas estruturas pegajosas que danificam os neurônios e atrofiam o cérebro, retardando o avanço da condição.
Mesmo assim, pode ser considerada parte de um grupo de fármacos inovadores que passaram a desacelerar o Alzheimer. Isso porque, até então, as opções terapêuticas apenas controlavam sintomas cognitivos e comportamentais.
Por Tadeu Nogueira (com Veja Saúde)
Nenhum comentário:
Postar um comentário
ATENÇÃO !!!
Prezado Amigo Web-Leitor, não publicarei comentários anônimos e, também, não aceito nenhum tipo de ofensas morais que possam vir a denigrir a imagem de alguém e não me responsabilizo por comentários que alguém possa vir fazer.
Pois, antes de fazer o seu comentário, se identifique e se responsabilize.
Desde já fico grato !!!
Cordiais saudações,
CLAUDISMAR DANTAS -
(Editor - Blog PATU EM FOCO).