quinta-feira, 21 de maio de 2026

PATU: MP E ADVOGADOS DE ACUSAÇÃO RECORRERÃO DE PENA CONSIDERADA BAIXA

"Olha o que você fez eu fazer com você". "Guarda Municipal não é trabalho para mulher". Frases proferidas pelo assassino cruel e covarde de Paloma, que desferiu sete facadas em suas costas e depois a faca encravada no peito esquerdo.

O assassino cruel e covarde da guarda municipal Paloma Ferreira Gomes, da cidade de Patu, foi a júri popular no dia de ontem.

Mesmo com fortes manifestações nas ruas de acesso ao fórum daquela cidade e enfrente aquele órgão, a pena a qual foi condenado o malevolente Pedro Alves Gomes, conhecido pela alcunha de "Pedrão", de 35 anos, foi condenado a apenas 12 anos e 06 meses de prisão em regime fechado.

A desaprovação de grande parte da população é clara. O assassinato da guarda municipal, em um nítido crime de feminicídio, conforme opiniões, merecia uma pena muito maior.

Com oito facadas, sem oferecer o direito de defender, o homicida "Pedrão", tirou a vida de uma cidadã que era muito querida pelos patuenses.

A promotora de justiça Érika Canuto e os advogados de acusação, Fábio Moura Júnior e Antônio Alcimar não aparentavam contentamento, em ver um crime tão brutal ter uma pena tão pequena.

Paloma Ferreira estava a um dia de completar 25 anos, quando teve sua vida ceifada pelas mãos criminosas do marido, que desferiu sete facadas nas costas, em mais um requinte de covardia, já que possivelmente a vítima não percebeu a maldade que o assassino haveria de cometer. Para concluir sua sanha criminosa, o assassino covarde "Pedrão", deixou a faca encravada no peito esquerdo de Paloma, em um gesto que pode ser classificado como certeza da morte da esposa.

A testemunha, o senhor Antonimar Duarte de Souza, conhecido por "Maza", vizinho do local onde Paloma foi executada cruelmente, destrinchou com esmero a cena que encontrou e chegou a socorrê-la. Mas a ira criminosa de Pedrão foi implacável, ao desferir os golpes, com a convicção do que desejava fazer, não permitiu que Paloma lutasse pela vida.

O covarde homicida, aparenta ser inteiramente machista, já que no júri, chegou ao absurdo de dizer: "Olha o que você fez eu fazer com você", como se Paloma fosse propriedade dele e não tivesse vontade própria de viver a vida.

Outra "pérola" narrada pelo perigoso elemento "Pedrão", que deveria ter sido severamente condenável pelo júri, composto por quatro homens e três mulheres, foi: "Guarda Municipal não é trabalho para a esposa", em mais uma claríssima demonstração de machismo e que deveria ter pesado muito mais na análise da condenação.

Via RN POLITICA EM DIA

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